Versos memoráveis de Camões – Que tão crédulo era em seus agouros, E mais sendo afirmados pelos Mouros

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a quinquagésima oitava estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Vasco da Gama volta até o rei de Calecut para ouvir sua resposta a proposta de aliança com Portugal. Que tão crédulo era em seus agouros, E mais sendo afirmados pelos Mouros A obra […]
Versos memoráveis de Camões – Cuida que não é mais que sonho usado Torna a dormir quieto e sossegado

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a quadragésima oitava estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Camões canta que Baco surge disfarçado no sonho de um dos indianos muçulmanos. Cuida que não é mais que sonho usado Torna a dormir quieto e sossegado A obra Os Lusíadas O épico de […]
Versos memoráveis de Camões – Sobre esta vinda desta gente estranha, Que às suas terras vem da ignota Espanha

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a quadragésima quinta estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Camões canta que o rei de Calecut manda seus feiticeiros descobrirem quem realmente são os portugueses. Sobre esta vinda desta gente estranha, Que às suas terras vem da ignota Espanha A obra Os Lusíadas […]
Versos memoráveis de Camões – Do lustre e do valor dos seus passados, Em gostos e vaidades atolados

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a trigésima nona estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Camões termina de cantar a descrição que Paulo da Gama fez das pinturas da capitania portuguesa. Do lustre e do valor dos seus passados, Em gostos e vaidades atolados A obra Os Lusíadas O […]
Versos memoráveis de Camões – Este Globo de Ceres e Netuno, Sempre suspirará por tal aluno

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a trigésima segunda estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Camões canta a descrição da pintura de Dom Nuno Álvares Pereira que está exposta na capitania portuguesa. Este Globo de Ceres e Netuno, Sempre suspirará por tal aluno A obra Os Lusíadas O épico […]
Versos memoráveis de Camões – Digno destas bandeiras, pois sem fala A contrária derriba, e a sua exalta

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a vigésima estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Camões canta a descrição das pinturas do príncipe Sancho e de Mem Moniz que estão expostas na capitania portuguesa. Digno destas bandeiras, pois sem fala A contrária derriba, e a sua exalta A obra Os […]
Versos memoráveis de Camões – Tantas coroas tem por tantas partes A seus pés derribados, e estandartes!

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a décima estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Camões canta a descrição da pintura do rei Afonso Henriques que está exposta na capitania portuguesa. Tantas coroas tem por tantas partes A seus pés derribados, e estandartes! A obra Os Lusíadas O épico de […]
Versos memoráveis de Camões – Este que vês é Luso, donde a fama O nosso reino Lusitânia chama

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a primeira estrofe do oitavo canto de Os Lusíadas, onde Camões canta a descrição das pinturas dos grandes lusitanos que estão expostas na capitania portuguesa. Este que vês é Luso, donde a fama O nosso reino Lusitânia chama A obra Os Lusíadas O épico […]
Versos memoráveis de Camões – Qual Cânace, que à morte se condena, Numa mão sempre a espada e noutra a pena

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a septuagésima nona estrofe do sétimo canto de Os Lusíadas, onde Camões comenta o quão difícil e sofrida é a sua vida. Qual Cânace, que à morte se condena, Numa mão sempre a espada e noutra a pena A obra Os Lusíadas O épico […]
Versos memoráveis de Camões – Saber da gente estranha donde vinha, Que costumes, que lei, que terra tinha

Neste nosso comentário sobre os versos memoráveis de Camões, comentaremos a sexagésima sexta estrofe do sétimo canto de Os Lusíadas, onde Camões canta que os portugueses descansam enquanto aguardam a resposta do rei de Calecut. Saber da gente estranha donde vinha, Que costumes, que lei, que terra tinha A obra Os Lusíadas O épico de […]