Entendendo Os Lusíadas #14: As armadilhas do piloto mouro

Neste nosso décimo quarto comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta as armadilhas que o piloto mouro de Moçambique prepara para destruir a frota dos portugueses. As armadilhas do piloto mouro CANTO I – ESTROFE 94 Pazes cometer manda arrependido, O regedor daquela iníqua terra, Sem ser […]
Os Lusíadas: Tágides, Musas e as Nereidas

Quando começamos a ler as primeiras estrofes de Os Lusíadas, de Luiz Vaz da Camões, percebemos que o poeta faz uma série de citações a pessoas, deuses, locais e criaturas históricas e mitológicas no decorrer de sua obra. Esse é um hábito comum nas obras clássicas, pois os autores, quando citam essas figuras, além de […]
Entendendo Os Lusíadas #13: A luta contra os mouros de Moçambique

Neste nosso décimo terceiro comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta a luta entre os portugueses e os mouros que aconteceu nas praias de Moçambique. A luta contra os mouros de Moçambique CANTO I – ESTROFE 88 Qual no corro sanguino o ledo amante Vendo a fermosa […]
Entendendo Os Lusíadas #12: Os mouros tentam uma emboscada

Neste nosso décimo segundo comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta a tentativa que os mouros de Moçambique fizeram para pegar os portugueses numa emboscada. Os mouros tentam uma emboscada CANTO I – ESTROFE 84 Já o raio apolíneo visitava Os Montes Nabateios acendidos, Quando Gama, c’os […]
Entendendo Os Lusíadas #11: Os conselhos de Baco ao regente de Moçambique

Neste nosso décimo primeiro comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta os conselhos que Baco, estando disfarçado, passa ao regente de Moçambique para destruir os portugueses. Os conselhos de Baco ao regente de Moçambique CANTO I – ESTROFE 78 E entrando assim a falar-lhe, a tempo e […]
Entendendo Os Lusíadas #10: O inveja de Baco contra os portugueses

Neste nosso décimo comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta o ódio de Baco contra os portugueses e a visita dele ao regente de Moçambique para impedir a chegada da frota lusitana às terras do Oriente. A inveja de Baco contra os portugueses CANTO I – ESTROFE 73 […]
Entendendo Os Lusíadas #9: O encontro com regente de Moçambique

Neste nosso oitavo comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta a visita do regente de Moçambique aos lusíadas, as perguntas que ele fez ao capitão Vasco da Gama e ódio que ele começou a nutrir contra a frota protuguesa. O encontro com o rengete de Moçambique CANTO I […]
Entendendo Os Lusíadas #8: O descanso da frota portuguesa

Neste nosso oitavo comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta o cair da noite e o descanso dos portugueses antes de conhecerem o regente de Moçambique. O descanso da frota portuguesa CANTO I – ESTROFE 57 A noite se passou na lassa frota, Com estranha alegria, e […]
Entendendo Os Lusíadas #7: Os mouros de Moçambique

Neste nosso sétimo comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta o encontro dos portugueses com os mouros de Moçambique. Os mouros de Moçambique CANTO I – ESTROFE 46 As embarcações eram, na maneira, Mui veloces, estreitas e compridas: As velas, com que vêm, era de esteira De […]
Entendendo Os Lusíadas #6: A costa africana oriental

Neste nosso sexto comentário sobre Os Lusíadas, continuaremos lendo o primeiro canto da obra, onde Camões canta a chegada dos portugueses na costa oriental africana. A costa africana oriental CANTO I – ESTROFE 42 Enquanto isso se passa na fermosa Casa etérea do Olimpo onipotente, Cortava o mar a gente belicosa, Já la da […]